Sobre Mim

Meu nome é Vitor Martins e eu sou o autor de Quinze dias e Um milhão de finais felizes. Existem muitos termos para definir o que eu escrevo e você pode chamar do que quiser. Young adult, literatura juvenil, coming of age (eu uso esse quando estou tentando impressionar) mas, no geral, todas as minhas histórias são sobre jovens LGBT conversando muito, tentando encontrar seu lugar no mundo e eventualmente se apaixonando.

Sou formado em jornalismo pela Universidade Cândido Mendes de Nova Friburgo (a cidade onde eu nasci e cresci e vivi a maior parte da minha vida), mas nunca fui de fato jornalista. Já fui designer gráfico, web designer (são coisas diferentes, acredite!!!!), infografista, analista de conteúdo e algumas outras profissões extremamente difíceis de explicar para a minha família.

Atualmente trabalho com marketing editorial de dia e escrevo meus livros de noite. Moro em São Paulo com meu namorado e meus dois gatos, que se chamam Clarêncio e Sonic e são muito lindos (Sonic é fêmea) (Estou explicando porque geralmente o nome causa confusão nas pessoas).

Coisas que eu já escrevi (clique nos links para saber mais!!!)

  • Quinze dias (2017): meu primeiro romance, sobre um adolescente gay e gordo chamado Felipe, em uma jornada complexa de auto aceitação. Felipe gosta de musicais e sequências horríveis de filmes bons (ex: Legalmente Loira 2). Nas férias de julho, Felipe precisa lidar com hóspede inesperado em sua casa: seu vizinho Caio, que é um amor de pessoa e usa pijamas muito lindos. Acho que vale a pena pontuar que, apesar de introvertido, Felipe é muito engraçado.
  • Vinte bombons de banana (2017): um conto natalino presente na coletânea Todas as cores do Natal, sobre Renato, um menino que se esforça demais no amigo secreto do curso de inglês porque ele quer impressionar o crush. Obviamente, tudo dá errado.
  • Um milhão de finais felizes (2018): meu segundo romance, que conta a história de Jonas, um rapaz que sonha em ser escritor e vive dividido entre a alegria de estar com seus amigos e um potencial namorado e a pressão de morar em um lar extremamente opressor porque sua mãe é religiosa e seu pai é um cuzão. Jonas escreve sobre piratas gays e tem muito a aprender sobre o significado real de família.
  • Estrela cadente (2018): minha primeira tentativa de escrever ficção científica! Este é um conto que faz parte da coletânea Aqui quem fala é da Terra e conta a história de Mikaela, uma adolescente alienígena, filha de antropólogos de outro planeta, que está de passagem na Terra para coletar e decifrar sentimentos humanos. Ela trabalha rasgando ingressos dos clientes em um cinema de rua e sua missão fica muito mais difícil quando ela encontra uma menina misteriosa que carrega sentimentos indecifráveis dentro de si.

Eu também sou ilustrador e, assim como a escrita, a ilustração essa é uma grande parte da minha vida. Você pode encontrar minhas ilustrações no meu Instagram e eu espero que goste delas!