Diário de escrita #15 – Dias difíceis

Eu acho que estou passando por um dos momentos mais complicados da minha (pequena) carreira de autor. Piratas gays está me ensinando muita coisa a respeito de como eu funciono como escritor, me mostrando algumas fraquezas que eu não havia encontrado durante a escrita de Quinze dias e me apresentando desafios que eu ainda não sei direito como completar.

Nos últimos meses estou me esforçando bastante para escrever todos os dias e o livro está ganhando forma. Eu gosto da história, gosto dos personagens e tenho meu outline todo pronto. Mas tem dias que nada vai para frente, sabe? Isso pode ter relação com um monte de coisas. Dramas da vida pessoal, inseguranças ao lidar com as expectativas, surpresas que aparecem no meio do caminho. Tem momentos em que eu me sinto em um furacão maluco de emoções porque em um único dia eu consigo amar e odiar meu livro. Eu escrevo uma cena incrível e duas horas depois fico me questionando se ela não está boba demais. Eu escrevo uma passagem de cena qualquer e, quando releio, descubro que foram as melhores três frases que escrevi em uma semana inteira.

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Diário de Escrita #7 – Colocando tudo em ordem

Se você está acompanhando os posts do meu diário de escrita, talvez você se lembre que terminei meu último post cheio de sonhos e promessas. Disse que estava num momento importante da história, comentei sobre uma cena que estava prestes a acontecer e isso estava me matando de ansiedade.

Trago notícias: A cena não aconteceu.

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Na verdade, aconteceu. Mas não do jeito que eu esperava. É difícil explicar sem dar spoilers mas, basicamente, o que a minha mente queria para a história, meu coração se recusou a escrever (que cafona, rs).

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